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terça-feira, 3 de março de 2015

Luca e a minha hérnia de disco

17 de agosto de 2014
Eu estou com hérnia de disco. Outro dia o Luca me abraçou e disse: "mamãe, vou cuidar de você até sarar." Depois colocou a cabeça no meu colo: "como eu gosto de você!".
Ás vezes, ele fica cansado dessa história de dor que impede a mãe dele de dar colo e fazer uma porção de coisas. Aí me beija e diz: "pronto, você já sarou!".
Hoje, na hora de arrumar o quarto ele disparou essa: "não posso, estou com dor nas costas."

Lu e eu.

Luca no Yellow Submarine

19 de novembro de 2014
Há 6 meses o Luca escolheu o tema para sua festa de 3 anos: Yellow Submarine. Escolheu, está escolhido.
Foi uma festa animadíssima, feita a 20 mãos e muito curtida.
















Viva o Luca!!!

Novembro de 2014
Nesta época do ano passado eu estava mergulhada no universo dos barquinhos de papel. Este ano, estou mergulhando mais fundo, com um submarino de papel. Viva o Luca!

Para não esquecer

Máximas do Luca:
1. Sempre que ele vê alguém chorando, pergunta: "cadê a mamãe dele?". Não existe outra opção: se tem alguém triste, está faltando a mamãe. 


2. Nina chorava. O Luca olhou pra mim e perguntou: "cade a mamãe dela?"

3. A avó do Luca veio buscá-lo para passear e perguntou: "cade a Nina?". Ele prontamente respondeu: "está no colo da mam
ãe do Luca".

4.  Na viagem para a Europa, entrávamos nos aviões com mochila + neném e atravessávamos aqueles corredores estreitos falando "thank you" e "sorry". O Luca rapidamente aprendeu essas duas palavrinhas e passou a aplicá-las muito bem. Já no Brasil, um mês depois, entramos em um voo para Sampa e ele logo disparou: "sorry, thank you, sorry, thank you".


Nós em um piquenique no Parque Guinle em agosto de 2014.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Minha experiência: episiotomia, um ótimo anticoncepcional

O meu segundo parto, quando nasceu o meu filho Luca, não foi uma experiência ruim. Na véspera, à noite, saiu o tampão mucoso com um pouco de sangue. Às 3 da manhã, tive uma diarreia. Só tive certeza que as dores que sentia eram contrações e não dores intestinais as 4 da manhã. Acordei o meu marido, ele começou a medir as contrações que estavam vindo de 3 em 3 minutos. Achou que estava medindo errado e acordou a nossa doula, minha cunhada Isa que dormia no quarto ao lado. Ela mediu e era isso mesmo. Resolveu fazer o toque: 6 de dilatação. Avisamos ao médico e fomos para o hospital que ficava a 5 minutos da minha casa. Cheguei lá com 8 de dilatação, fomos para a sala de parto. Cheguei lá com 10 de dilatação. O obstetra disse que o meu filho não estava encaixado. Minha doula perguntou se eu me lembrava dos exercícios que tinha aprendido na aula de parto para ajudar o neném a encaixar. Naquela situação eu não lembrava de mais nada, mas me ocorreu que ficar deitada não era uma boa. Estava deitada desde que chegara ao hospital. Pedi para ficar de pé e assim que o fiz a bolsa estourou. Senti, então, uma dor alucinante e pedi para ser anestesiada. Sabia que com anestesia viria um pacote. Foi o que aconteceu: me deitaram, anestesiaram até eu quase ficar desacordada. Eu não sentia mais as contrações, então empurraram a minha barriga, apesar do meu marido pedir para não o fazerem, e fizeram a episiotomia. O meu filho nasceu 15 minutos depois da chegada à sala de parto. Neste momento eu não estava me importando por terem feito tudo o que eu havia pedido que não fizessem. Eu só queria que o meu filho nascesse e que ficássemos todos bem. Foi o que aconteceu.

Porém, o pós-parto foi muito complicado. Eu havia aprendido que, no caso de se fazer hepisio (como o procedimento é carinhosamente chamado), uma almofada dessas que é vendida para quem opera hemorroidas era uma boa. Porém, nunca imaginei que fosse tão essencial e não tinha comprado a minha. Depois de uns dias sentindo muita dor o meu marido saiu para comprar uma. Não encontrou e voltou de mãos abanando. Eu não conseguia me sentar sem sentir MUITA dor, a não ser na cadeira para amamentar, uma berger. E olha que eu sou forte para dor. Depois de uns dias, um dos pontos inflamou. A dor triplicou. Era apenas um pontinho inflamado. Mas já pensou o que é ter um machucado e sentar sobre ele? Pior, colocar um absorvente nele, depois a calcinha, que fica mexendo a cada movimento e manter o curativo fechado? Fechado e encharcado de sangue (eu sangrei por 40 dias). Posso dizer que é ruim. Mas para algumas pessoas dura alguns dias, cicatriza e fica tudo bem. Só que depende do que foi cortado. Pensa que o médico sabe o que está cortando? Não, ele não tem controle. Pode ser apenas a pele do períneo, ou pode ser muito mais. No meu caso foi muito mais. Por isso a ONS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que a episiotomia não seja feita rotineiramente. 
Os pontos secaram e sumiram mas a minha dor intensa durou mais de 40 dias. E depois, mais 9 meses doendo sem conseguir ter relações sexuais. Um ótimo anticoncepcional, essa tal de episio!
Por isso, para o parto da Nina procurei um médico que trabalha na conscientização necessária para a mudança de paradigma em relação à episiotomia. Episio, só se for necessário. É como a cesária, não se faz a toa.
Por isso também busquei artigos na OMS sobre o tema. Já tinha lido diversos livros e artigos e todos sitavam a OMS. Fui direto à fonte. Segue um dos artigos que encontrei. Livre tradução com ajuda de tradutores on line.


A EPISIOTOMIA PARA PARTO VAGINAL

Limitar o uso da episiotomia para indicações rigorosas tem uma série de benefícios: menos trauma perineal posterior , menos sutura e menos complicações. Embora a episiotomia possa aumentar o risco de trauma perineal anterior não causa uma redução na maioria das medidas de dor e trauma vaginal ou perineal grave.


1 . RESUMO DAS PROVAS

O uso restritivo da episiotomia em partos vaginais sem complicações , ao contrário de episiotomia de rotina está associada a um menor risco de trauma perineal posterior requerendo sutura. Não há nenhuma diferença no risco de trauma grave vaginal ou perineal , dor , dispareunia ou incontinência urinária . No entanto , há um aumento do risco de trauma perineal anterior . Esta correcção não resolve a questão sobre o tipo de episiotomia deve ser escolhido , médio ou médio-lateral .

Todos os ensaios controlados de forma adequada , que pode ser identificados foram incluídos.


2. RELEVÂNCIA PARA BAIXA RENDA

2.1 . Magnitude do problema

Infelizmente , a episiotomia de rotina ou uso liberal da episiotomia , é muito comum na falta de recursos e, em alguns países desenvolvidos. É provável que estes contribuem para a persistência no uso desta prática também dotada, apesar da evidência esmagadora contra a sua utilização de rotina .

Tendo em conta que em muitos países, o HIV / SIDA continua a crescer rapidamente e, na maioria dos países afetados , mais de um terço das mulheres são crianças infectadas pelo HIV , considere tanto protecção dos trabalhadores de saúde e os riscos de transmissão vertical associado ao uso da episiotomia . Durante episiotomia sutura há um alto risco de picar o dedo , especialmente se você usar uma pequena agulha. Os dados atuais indicam que , possivelmente, tenha subestimado o papel da transmissão vertical do HIV no nascimento. Portanto , qualquer intervenção pode aumentar o risco de transmissão vertical .

Devido a isso , em países em desenvolvimento , bem como os desenvolvidos , são mais do que suficientes para neutralizar o uso excessivo de episiotomia .

2.2 . Viabilidade da intervenção

Alguns países, tanto desenvolvidos como em desenvolvimento , conseguiu reduzir a freqüência de episiotomia .

O aumento moderado do trauma anterior demonstrado pela revisão não deve ser visto como um factor de dissuasão . Em geral , o trauma perineal anterior é ligeira e , como mostrado indirectamente na análise Cochrane , o aumento do trauma anterior , não foi associada com o aumento do trauma ou mais severa necessitando de sutura.

2.3 . Aplicabilidade dos resultados da Cochrane Review

Os resultados da revisão aplicam-se igualmente aos países desenvolvidos e nos países em desenvolvimento . No entanto, o uso rotineiro de episiotomia em mulheres que tiveram algum tipo de mutilação genital é uma área que deve ser investigada. Na maioria das formas mais avançadas , a MGF restringe significativamente o orifício vaginal ; praticando parteiras e pessoal médico , em tais casos, incluindo a episiotomia de rotina. Não existe informação suficiente sobre a implementação ideal de episiotomia em mulheres com mutilação genital , seja na indicação e técnica.

2.4 . Implementação da intervenção

Alguns países têm limitado o uso da episiotomia para indicações rigorosas através da adesão aos protocolos padrão, formação e reciclagem e monitoramento de processos e melhoria da qualidade. Levando em conta a força da evidência eo uso freqüente do procedimento, reduzindo as taxas de episiotomia pode ser considerado um teste decisivo para a implementação de serviços de saúde reprodutiva baseada em evidências.

2.5 . Pesquisa

Mais pesquisas são necessárias sobre os méritos relativos de episiotomia mediana contra episiotomia médio-lateral . Neste caso, os resultados de estudos clínicos controlados em países desenvolvidos também pode ser aplicado em ambientes pobres em recursos .

Estudos sobre as consequências de obstetrícia da mutilação genital feminina deve analisar o valor da episiotomia neste grupo de mulheres.

Fontes de Financiamento: Organização Mundial da Saúde, Genebra, Suíça.

Este documento deve ser citado como : Liljestrand J. episiotomia para o parto vaginal : comentário RHL (última revisão em : October 20 , 2003). A Biblioteca de Saúde Reprodutiva da OMS, em Genebra: Organização Mundial da Saúde. Episiotomía en el parto vaginal.


Versão original:

La limitación del uso de la episiotomía a indicaciones estrictas tiene una serie de beneficios: menos traumatismo perineal posterior, menos necesidad de sutura y menos complicaciones. Si bien la episiotomía puede aumentar el riesgo de traumatismo perineal anterior, no provoca una reducción en la mayoría de las medidas de dolor y de traumatismo perineal o vaginal severos.

1. RESUMEN DE LA EVIDENCIA

El uso restrictivo de la episiotomía en partos vaginales sin complicaciones, en oposición a la episiotomía de rutina, se asocia a un menor riesgo de traumatismo perineal posterior y necesidad de sutura. No existe diferencia en cuanto al riesgo de traumatismo vaginal o perineal severos, dolor, dispareunia o incontinencia urinaria. Sin embargo, hay un riesgo aumentado en el traumatismo perineal anterior. Esta revisión no resuelve la pregunta acerca del tipo de episiotomía que se debería elegir, la mediana o la mediolateral.

Se incluyeron todos los estudios clínicos adecuadamente controlados que pudieron identificarse.

2. RELEVANCIA EN LUGARES DE ESCASOS RECURSOS

2.1. Magnitud del problema

Lamentablemente, la episiotomía de rutina o el uso liberal de la episiotomía, es muy frecuente en lugares de escasos recursos y en algunos países desarrollados. Es probable que estos últimos contribuyan a la persistencia en cuanto al uso de esta práctica también en lugares de escasos recursos, a pesar de la abrumadora evidencia contra su uso rutinario.
Si se tiene en cuenta que, en muchos países, la epidemia de VIH/SIDA todavía continúa creciendo rápidamente y que, en la mayoría de los países afectados, más de un tercio de las mujeres tienen neonatos infectados por VIH, se debe considerar tanto la protección de los trabajadores de la salud como el riesgo de transmisión vertical asociado con el uso de la episiotomía. Durante la sutura de las episiotomías existe un alto riesgo de pincharse un dedo, en especial si se utiliza una aguja pequeña. Los datos actuales indican que posiblemente se ha subestimado el papel de la transmisión vertical de la infección por VIH en el parto. Por lo tanto, cualquier intervención puede incrementar el riesgo de transmisión vertical.
Debido a esto, en los países en vías de desarrollo, así como en aquellos desarrollados, existen motivos más que suficientes para contrarrestar el uso excesivo de la episiotomía.

2.2. Factibilidad de la intervención

Algunos países, tanto desarrollados como en vías de desarrollo, redujeron satisfactoriamente la frecuencia de las episiotomías.
El aumento moderado del traumatismo anterior demostrado por la revisión no debería considerarse como un factor de impedimento. En general, el traumatismo perineal anterior es leve y, como se demuestra indirectamente en la Revisión Cochrane, el aumento en el traumatismo anterior no se asoció al incremento en el traumatismo severo o a una mayor necesidad de sutura.

2.3. Aplicabilidad de los resultados de la Revisión Cochrane

Los resultados de la revisión se aplican de igual modo a países desarrollados y a aquellos en vías de desarrollo. No obstante, el uso rutinario de la episiotomía en las mujeres que padecieron algún tipo de mutilación genital es un área que se debe investigar. En la mayoría de las formas más avanzadas, la mutilación genital femenina restringe el orificio vaginal significativamente; la práctica de las parteras y el personal médico, en esos casos, incluye la episiotomía de rutina. No se cuenta con información suficiente acerca de la aplicación óptima de la episiotomía en mujeres con mutilación genital, tanto sobre la indicación como la técnica.

2.4. Implementación de la intervención

En algunos países se ha limitado el uso de la episiotomía a indicaciones estrictas a través del cumplimiento de protocolos estándar, capacitación y repetición de la capacitación y procesos de supervisión y mejora de la calidad. Si se tiene en cuenta la solidez de la evidencia y el uso frecuente del procedimiento, la reducción de las tasas de episiotomía pueden considerarse como una prueba de fuego para la aplicación de la atención de la salud reproductiva basada en la evidencia.

2.5. Investigación

Es necesario realizar más investigaciones acerca de los méritos relativos a la episiotomía mediana versus la episiotomía mediolateral. En este caso, los resultados de los estudios clínicos controlados efectuados en países desarrollados también podrían aplicarse en lugares de escasos recursos.
Los estudios sobre las consecuencias obstétricas de la mutilación genital femenina deberían analizar el valor de la episiotomía en este grupo de mujeres.
Fuentes de financiación: Organización Mundial de la Salud, Ginebra, Suiza.

Este documento debería citarse como: Liljestrand J. Episiotomía en el parto vaginal: Comentario de la BSR (última revisión: 20 de octubre de 2003). La Biblioteca de Salud Reproductiva de la OMS; Ginebra: Organización Mundial de la Salud.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O meu pequeno dragão

O meu pequeno teve uma matinê carnavalesca no colégio. Foi com sua fantasia predileta. Saiu de casa fantasiado de dragão e voltou fantasiado de jacaré. Quando ele quer a mesma fantasia transforma-o em dinossauro. O importante é que dá asas a sua imaginação. 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Primeiro pesadelo

Esta noite o Luca teve um pesadelo. Claro que não foi o seu primeiro, mas foi a primeira vez que ele me contou um sonho. Acordou choramingando e dizendo que estava com medo. Fui até lá e ele me contou que uma joaninha tinha subido na barriga dele. Ah, que pesadelo bonitinho! Ele aproveitou para tomar um leitinho e dormiu em seguida, embalado pela mamãe, sentindo-se seguro e protegido contra as ameaçadoras joaninhas. 

Nova fase: saindo do berço para a cama

O berço que o Luca usava até agora era emprestado do primo Matteo e chegou a hora de devolvê-lo para a prima Sofia usá-lo. Procuramos por uma cama bonita e pequena que coubesse no quartinho que ele vai dividir com a Nina. Ah, ainda tínhamos a questão de que debaixo do berço ficavam 2 gavetões que o marceneiro fez quando montamos o quartinho e que não sabíamos como viver sem eles, ainda mais agora que a Nina está chegando e as coisas para guardar só aumentam. Tarefa árdua. Ou as camas eram enormes ou horríveis! Resolvemos construir a cama. Sim, somos loucos o suficientes para isso. Foi uma diversão bastante trabalhosa que durou alguns meses entre projeto e execução. Compramos uma porta maciça de angelim e pedimos para cortar no tamanho que queríamos. Tinha que ser maciça para que pudéssemos prender os rodízios nela de forma segura. Andamos muuuuuito até achar os rodízios da altura que precisávamos para colocar os gavetões embaixo. No meio do caminho acabamos achando um berço que tem altura para os gavetões de marcenaria e, na última viagem, compramos umas gavetas de tecido da Ikea  para ficar debaixo da cama do Luca. Trouxemos também uns puxadores que funcionariam para estruturar o colchão na cama, uma vez que não temos um estrado para "embutir" o colchão e corria o risco dele ficar "sambando". Ah, sim, e compramos um colchão de mini cama. Compras feitas, passamos um selante na madeira, e prendemos os 4 rodízios e os puxadores. Compramos uma grade móvel que colocamos quando ele vai dormir. E prendemos um cortinado. O que ainda não fizemos foi prender uns ganchos, que também trouxemos da Ikea, para amarrar o antigo protetor de berço, que funcionará como um encosto na parede. Por enquanto os protetores _que também foram feitos por mim, com ajuda das mulheres queridas da família e amigas_ estão apenas encostados na parede. Ainda falta comprar lençóis e colchas que caibam no colchão. Estamos usando os que eram do berço e ficam pequenos como cobertores curtos.
O melhor de tudo: ele A-M-O-U a cama! Claro que fizemos a maior festa, transformamos em um evento. Desde então ele passou a dormir sozinho, sem precisar que eu o ninasse e _INACREDITÁVEL_ passou a dormir a noite toda (tirando as exceções, claro.). Coloco uma música para ele ouvir, faço uma massagem e ele embarca no mundo dos sonhos como um menino grande, que ele já é!
Vou publicar aqui uma primeira foto, que pretendo substituir por uma profissional do papai Tiago em breve.

Usando a criatividade nas férias!

Estamos na contagem regressiva para a chegada das férias! Vamos passar 1 mês e meio intenso. E um pouquinho complicado porque estou com a placenta baixa (chamada placenta prévia) e o meu obstetra me recomendou repouso. Não absoluto, mas tenho que diminuir as minhas atividades, porque se não melhorar acabarei tendo que ficar de repouso absoluto. Nada de pracinha, praia, empurrar o patinete por aí... O que fazer? Usar a criatividade. Comecei uma pesquisa de brinquedos e brincadeiras divertidas para fazermos juntos neste período. Vou dividir com vocês.
Amanhã posto mais idéias. Até!
Fonte: www.blog.makezine.com
Fonte: www.mommo-design.blogspot.it

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Então, os enjoos!

26/08/2013
Tem uma semana que os enjoos chegaram. Porém, só hoje vieram pra valer. Estive a ponto de vomitar e só não o fiz porque o Tiago correu com o Meclim para me salvar. Eles chegaram para o meu desespero e para a alegria do Tiago que falou: "agora sim tenho certeza que você está grávida." Pode? Ele tem sérias dificuldades em acreditar. Pro homem é diferente, ele não sente no próprio corpo as mudanças tão palpáveis que nós mulheres sentimos.
O Luca está assimilando essa história de irmãozinho. Hoje uma amiga mostrou a ele uma foto de um bebê. Ele disse: "o bb está na barriga da mamãe." Uma graça esse meu filho!
Agora já contamos para todas as pessoas próximas.  O Tiago, que é o segundo filho está impressionado, e sentido, com a pouca repercussão que tem o segundo filho. Ninguém dá muita bola. Eu mesma, antes de começar a enjoar, era capaz de esquecer que estava grávida. Nunca que isso acontecia na gravidez do Lu. Estar grávida era um estado de contentamento e descobertas ininterrupto. O que acho bom disso é que fica mais leve. 
Agora, enjoando, tenho vontade de contar pra todo o mundo da gravidez. Acho que vão olhar pra mim e imaginar que estou muito doente. Tenho grandes olheiras, meus olhos lacrimejam sem  parar, devo fazer caretas horríveis por causa do enjoo. Mas me seguro. Deixa que pensem. Por enquanto é melhor assim. Essa semana terei a esperada consulta com obstetra e em breve farei a primeira ultra. 

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Zumbi ou quero o papai Tiago de volta

O Tiago viajou e o Luca nunca mais dormiu. Temos passado as noites em claro. Tem dias em que ele está tão cansado que até dorme um pouco, mas tem outras em que ele acorda de meia em meia hora e fica horas  sem conseguir dormir, horas pedindo para ser ninado, horas pedindo para mamar. Algumas vezes eu desisti e dormi com ele na cadeira de amamentar. No meu colo, bem coladinho no meu peito, ele até passa algumas horas dormindo. Mas se tento colocá-lo na cama abre aquele berreiro e voltamos ao início: dar mamá, ninar, dar mamá, ninar... Parece que voltamos à estaca zero e ele ainda é aquele neném recém nascido, inseguro. Acho que ele pensa que eu posso sumir de uma hora para a outra, como aconteceu com o pai. Sorte dele é que quando sorri cura tudo que possa não estar bem.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Ma-ma-ma-ma-ma

Há dois dias, o Tiago ninava o Luca no quarto e de repente começou a gritar: "Ele falou, ele falou! Gabiiiii!". Levei um susto. Era o Luca falando: "Ma-ma-ma-ma-ma".   Hoje ele começou: "Pa-pa-pa-pa-pa" e "Ne-ne-ne-ne-nem". São as palavras que vivo repetindo para ele: "Ma-ma-ma-ma-mãe" e logo em seguida acrescento: "mamãe, mamá". Depois: "Pa-pa-pa-pa-pa", "papai, papá" e "Ne-ne-ne-ne-nem" "neném, naná".

Pele

Luca, sua pele é um carinho!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Meu primeiro Dia das Mães

O meu primeiro Dia das Mães com o Luca foi emocionante por tê-lo junto de mim. Ele é maravilhoso! Porém o papai Ti estava trabalhando e nós sentimos muito a falta dele. 
Eu, a Dinda Di e o Pimpolho almoçamos na casa dos meus sogros. À noite falei com a minha mãe. Mais à noite ainda consegui ficar um pouquinho com o Ti.


O Luca me deu de presente o chapéu com proteção UV que estou usando na foto abaixo e que será muito útil nos nossos passeios matinais.
Pelo Dia das Mães, parabéns para a minha mãe Helena, para as madrinhas Anginha e Gladys (sou muito sortuda, tenho duas!), as cumadres Joana e Janaína, as avós Tatália e Maria Theresa (que ganhei quando casei), as minhas mães emprestadas Tetê, Mãe-Carminha, Marina, Claudinha e Lica, a minha sogra Beth, as minhas cunhadas Carol e Isa, as primas Natascha e Clarissa, as tias, as amigas-mães e as mães-amigas! 

Tenho pensado muito no que acredito ter sido o maior presente que ganhei dos meus pais: capacidade para encarar a vida e ser feliz com o que eu tenho. E isso não é pouco, não! Espero conseguir dar o mesmo presente para o Luca.

Segue um texto do Carlos Drummond de Andrade que diz muito pra mim.

Diante de uma criança
Como fazer feliz meu filho?
Não há receitas para tal.
Todo o saber, todo o meu brilho
de vaidoso intelectual
vacila ante a interrogação
gravada em mim, impressa no ar.
Bola, bombons, patinação
talvez bastem para encantar?
Imprevistas, fartas mesadas,
louvores, prêmios, complacências,
milhões de coisas desejadas,
concedidas sem reticências?
Liberdade alheia a limites,
perdão de erros, sem julgamento,
e dizer-lhe que estamos quites,
conforme a lei do esquecimento?
Submeter-me à sua vontade
sem ponderar, sem discutir?
Dar-lhe tudo aquilo que há
de entontecer um grão-vizir?
E se depois de tanto mimo
que o atraia, ele se sente
pobre, sem paz e sem arrimo,
alma vazia, amargamente?
Não é feliz. Mas que fazer
para consolo dessa criança?
Como, em seu íntimo, acender
uma fagulha de confiança?
Eis que acode meu coração
e oferece, como uma flor,
a doçura desta lição:
dar a meu filho meu amor.
Pois o amor resgata a pobreza,
vence o tédio, ilumina o dia
e instaura em nossa natureza
a imperecível alegria.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Novidades

1. Fiz uma pesquisa com minha amiga italiana Lella, que confirmou o que o dicionário de nomes (Todos os nomes do mundo, do Nelson Oliver) já havia me informado: o nome em italiano é Luca, com apenas um "C" e não com "CC", como havíamos escrito. Lucca é uma cidade na Toscana, muito charmosa, por sinal. Porém, como não estamos homenageando a cidade, o nosso BB querido se chamará Luca, que na verdade muito me agrada. Prefiro esta grafia.

2. Há alguns dias o Tiago sentiu o primeiro chute do craque. Até então, havia sentido apenas uns movimentos leves, que não mexiam com ele. Desta vez pode confirmar que o pequeno tem chute forte e certeiro - e se emocionou. Acho que ele não tinha idéia de que podia ser algo assim, tão concreto, algo que não deixasse dúvida.
3. Comecei a fazer yoga para gestantes com a professora Fadynha (http://www.institutoaurora.com.br/). Estou amando! Primeiro fiz uma avaliação, quando ela viu todos os meus exames e conversamos sobre a minha história e a história desta gravidez. A aula em si tem 1 hora de duração e depois temos mais meia hora de aula teórica sobre gravidez, parto e cuidados com o neném. Era tudo o que eu precisava. Agora tenho uma válvula de escape, um canal de comunicação com alguém experiente no assunto que mais me interessa no momento e com outras grávidas que estão vivendo momentos parecidos com o meu. Dei até uma trégua para o Tiago, não preciso mais ficar atrás dele o dia todo querendo falar de BB.

4. Mais sobre o papai: ele fica admirando a barriga. Às vezes quer vê-la de todos os lados e ângulos, se impressiona com o rápido crescimento e com as mudanças que provoca. Fica mesmo em estado de encantamento, me dizendo que estou linda e lamentando não tirarmos mais fotos.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

A escolha do nome

Escolher o nome que vai acompanhar uma criatura pelo resto da vida não é tarefa fácil. Pelo contrário, é uma grande responsabilidade que os pais têm. Eu e o Tiago só cogitamos nomes que ambos aprovássemos. Fizemos uma lista com estes, que por fim estava em: Lucca, Pedro, Gil, Antônio, Felipe e Otto (ou Oto, não chegamos a decidir isso). Começamos por arriscar chamar o BB de Lucca por uns dias. Ainda não tínhamos descartado os outros. Mas Lucca funcionou. Acho que ontem foi a primeira vez em que alguém perguntou sobre o nome do neném e ouviu a resposta: Lucca. Pronto, está decidido (até segunda ordem) que o pequeno que está na minha barriga, mexendo sem parar, se chama Lucca.
Lucca vem do grego Loukás e significa luminoso.